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domingo, 28 de dezembro de 2008

IPS

O IPS (Intrusion Prevention System) é um Sistema de Prevenção de Intrusos com as mesmas características do IDS já abordado anteriormente. No entanto, o IPS é capaz de além de detectar o intruso após ataque, bani-lo antes que cause algum tipo de dano. Possui determinadas características: é um dispositivo in-line, sendo transparente, já que não possui endereço MAC ou IP no segmento in-line e tem performance de switch, inspeciona o pacote por completo e todos eles, acompanha as sessões, funciona em tempo real, bloqueia DOS e DDOS. Consegue detectar, bloquear e limitar P2P, Kazaa. Gnutela, MSN, Bittorrent, etc. , Spyware, Vírus, Tráfego fora de RFC, Ataques a Vulnerabilidades, etc. É um sistema compatível com soluções complementares do mercado e podem ser configuradas algumas regras de Firewall.
Referência do texto:
SOBRINHO, Mauro - Auditoria e Segurança em Sistemas de Informação [em linha][consult. 26 Dez. 2008] Disponível em WWW:
Referência da imagem:
Integrated IPS Deployment – Diponível em WWW: <http://www.securesynergy.com/ips/host-network-ip.php>

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

FIREWALL NÃO FUNCIONA "SOZINHO"

O firewall não pode ser o único meio de protecção da rede. Este tem alguns riscos visto que o desempenho é afectado já que a rede é controlada por este e também não protege contra todo o tipo de malware (vírus, por exemplo).
Este funciona como o único meio de permissão ou negação do acesso, logo se este for “atacado” toda a rede também o será. Além disso, não é eficiente no que diz respeito ao tunneling que consiste em disfarçar pacotes de um determinado tipo de protocolo noutros.
O firewall pode ser utilizado em diferentes arquitecturas mediante o perfil da organização, e assim sendo possui diferentes custos.
Para escolher qual o firewall indicado para a empresa em questão deve ter-se em conta diversos critérios como o desenho da rede e os objectivos da organização. Um factor muito importante nesta escolha é a determinação do risco e ameaças a que o sistema está sujeito.
Após a escolha mais apropriada não basta instalar o sistema de firewall e esperar que este funcione sozinho pois deve existir uma gestão de este sistema como de todos os outros. Este funcionário vai ser então o administrador do firewall.
Esta tarefa consiste em estabelecer um conjunto de regras que poderão ser várias como: permitir o acesso à Web de todos os IP internos, permitir tráfego de correio-electrónico, permitir apenas o tráfego exterior se este se dirigir ao servidor Web público, registar todas as tentativas de acesso ao firewall que sejam negadas e ainda registar os acessos Web externos.
TEXTO DE REFERÊNCIA: MAMEDE, Henrique São - Segurança informática nas organizações. Lisboa : FCA - Editora de Informática, 2006 . - 486 p. (Tecnologias de informação) ISBN 978-972-722-441-8

SEGURANÇA DA REDE - FIREWALL

BERTI, Jardel, SCHREINER, Alan – Firewall [registo vídeo][em linha]. [Consult. 16 Dez. 2008]. Disponível em WWW: <http://www.youtube.com/watch?v=OAyL6c3qEJQ>
Noutros pontos do nosso blogue já referimos o conceito de perímetro, mas vamos aprofundar um pouco mais os cuidados a ter ao nível deste perímetro. O perímetro designa-se pela zona em que termina a rede da instituição, ou seja, a rede interna, e a zona em que começa a rede que não é possível controlar directamente, como a Internet. Impedir o acesso á rede interna torna-se imperativo e para tal fim utiliza-se o firewall, (antepara de protecção em português).
Imaginemos o firewall como uma “parede” entre a rede interna e a rede externa, configurado de modo a negar ou permitir acesso á rede interna conforme as mesmas configurações. O firewall funciona como o controlo dos serviços que são ou não permitidos. Este tem de possuir dotes e componentes mínimos que são (Berstein, 1996):
  • Um sistema operativo seguro que garanta a protecção do próprio software do firewall
  • Restrições ou permissões de pacotes TCP/IP
  • Gateways aplicacionais ou proxies, que estabelecem a ligação entre cliente e servidor
  • Serviço DNS (domain name service) que impedem que os IP internos sejam expostos
  • Suporte a protocolos de correio electrónico.
As vantagens de utilização do firewall consistem na protecção contra tráfego não desejado e contra a violação da rede da empresa.
TEXTO DE REFERÊNCIA: MAMEDE, Henrique São - Segurança informática nas organizações. Lisboa : FCA - Editora de Informática, 2006 . - 486 p. (Tecnologias de informação) ISBN 978-972-722-441-8

sábado, 6 de dezembro de 2008

PROCEDIMENTOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE SEGURANÇA

São necessários diversos procedimentos essenciais para a implementação de uma política de segurança. Passemos então enumerá-los nos próximos tópicos:
  1. Autentificação e controlo de acesso aos recursos tecnológicos e aos recursos de informação, através de códigos PIN (Personal Identification Number), senhas, cartões e outros métodos., devendo ter-se em atenção os funcionários contratados, pois estes podem constituir também uma ameaça.
  2. Criação e gestão de palavras-passe sendo necessário definir prazos de validade, critérios na criação, alterar senhas quando necessário, tudo isto para evitar falsificações e outras fraudes.
  3. Estabelecimento do nível de serviço que consiste num acordo com os vários departamentos que consiste em apresentar a garantia de assegurar os vários sistemas e aplicações ou indicar alternativas.
  4. Existência de cópias de segurança para a recuperação de desastre, devendo estes backups serem regularmente verificados para que sejam mantidos e actualizados nas melhores condições.
  5. Gestão do perímetro de segurança que consiste em manter a estrutura interna resguardada do mundo exterior, o que não é fácil, por exemplo, com a utilização da Internet, e por isso para a utilização da mesma deve existir uma configuração estabelecida. Para que se proteja o sistema, toda a rede deve ser controlada, criando limites de tráfego e de acesso e utilizando as firewall.
  6. Todos os equipamentos de hardware devem ser monitorizados.
  7. Realização de formação e treino em segurança informática aos funcionários.
  8. Informação aos novos utilizadores de todos os procedimentos relativos à política de segurança.
  9. Existência de critérios seguros na aquisição de produtos e sistemas informáticos.
  10. Uso dos equipamentos apenas por quem está habilitado para tal.
  11. Correcção na instalação e acondicionamento dos equipamentos.
  12. Controlo do acesso físico às instalações devendo este estar descrito e bem definido.
  13. O sistema deve estar protegido contra todo tipo de malware.
  14. Controlo do e-mail institucional para prevenir software malicioso e garantir a confidencialidade.

TEXTO DE REFERÊNCIA: MAMEDE, Henrique São - Segurança informática nas organizações. Lisboa : FCA - Editora de Informática, 2006 . - 486 p. (Tecnologias de informação) ISBN 978-972-722-441-8